Forma de abuso psicológico, físico e social.
Enfim, o fato é que sempre comentamos sobre esse assunto. Opiniões variam, e a frase mais comum de se ouvir é “Foi só uma brincadeira, não era pra levar a sério”. Deveríamos saber o significado da expressão e suas conseqüências antes dos estragos serem feitos.
Nas escolas, nas ruas, o mais fácil de se encontrar são aquelas pessoas fechadas com a maior dificuldade de se socializar. E bem de pertinho, o “rotulador” da turma.
De manhã logo que entra na sala de aula já escuta as risadas por toda parte, e tentando disfarçar as atenções finge que não é com você. Tentativa errada, droga, parece que quanto mais percebem o seu nervosismo mais se sentem felizes... e as gargalhadas aumentam. Os problemas começam a aparecer: depressão, estresse, perda de auto-estima. Em casa, seus familiares já começaram a perceber que falta alguma coisa em você, te impedindo de ser como era antes. E agora? Pra que lado correr se nem o professor que está presente leva a sério o que você fala? “É da idade, isso vai passar”. Errado. Não era para ser normal esse tipo de bombardeamento entre jovens alunos, e o pior de tudo é que as marcas dessas brincadeirinhas ficam, machucam e demoram para serem recuperadas podendo até mesmo deixar sequelas.
E então, depois de anos, será que o brincalhão da turma chegou a algum lugar de tal importância do que o gordinho, tímido, ou Nerd da sala? Pense duas vezes antes de adotar alguém para ser vítima de suas brincadeiras. E se você é uma vítima e se identifica com essa situação: bola pra frente, não sofra!
Por Larissa Martins
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Parabéns!
ResponderExcluirNão esquecer de colocar a bibliografia e as referências sites Internet.
Christianne Fernandes
Coordenadora da Educação Digital
Colégio Objetivo